Insurgente - Veronica Roth #2


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Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.
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Alguns trechos dessa resenha contém spoiler do primeiro livro, os que estão em itálico e azul, então se você não leu o primeiro livro aconselho a pular algumas partes da resenha Alegre

Divergente é uma série que eu li como não houvesse amanha (mas houve), e que me fez odiar os personagens (principalmente a Tris) durante horas e depois voltava a gostar dela.

Quando lançou a série em 2012 eu comprei o livro, mas li ele muito rápido, ansiei pela continuação, mas fiquei sem dinheiro para compra-lá até esse ano, quando o Submarino fez uma mega promoção com os 3 livros. E até que enfim eu pude saber o que acontece na série (mesmo tendo tomado um baita spoiler no Facebook de um dos personagens).

Insurgente foi um livro que me surpreendeu muito. Eu tinha perdido vários detalhes do primeiro livro, por ter lido ele há dois anos atrás, mas, não quis ler divergente de novo, porque o principal eu sabia: (spoiler do primeiro livro) A Erudição controlou os membros da Audácia para matar os da Abnegação, no final a Tris e o Quatro (e alguns outros) conseguem parar a simulação e acabar com a ‘’semi’’ guerra. Ai começaria outra guerra, para parar a Erudição e descobrir porque realmente fizeram isso. Os pais da Tris morrem, restando só seu irmão da família. Tobias tem que conviver com seu pai que batia nele quando pequeno e eles estão fugindo de todos e de tudo agora.

Mas o que mais me chamou a atenção nesse livro não foi ver como eles resolveriam os problemas que restaram, e sim poder conhecer mais as outras facções que não são desenvolvidas direito no primeiro livro, que são a Amizade, a Franqueza e um pouco mais da Erudição.

Vemos muito como as facções acima trabalham, como são os membros dela. Somos inseridos no complexo da Amizade e podemos ver ali o jeito de andar, de falar, como trabalham, como é dividido o poder entre os ‘’líderes’’, e isso tudo é muito importante para nos situar melhor no mundo da série.

Também vemos como cada facção trata seus prisioneiros, como aquelas características de cada facção podem tornar a pessoa chata ou então podem nos deixar morrendo de vontade de morar em um lugar assim (se você gostaria de passar os dias andando pulando e sorrindo vá para a Amizade.. rsrsrs).

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Com relação aos personagens a Tris continua a mesma em quase 80% do livro, tomando ações precipitadas, mentindo pra todo mundo e quase se matando o Quatro de susto várias vezes (sério, essa menina não merece o Tobias, da cá ele pra mim… kkkk), mas em um ponto do livro ela ‘se manca’ e percebe que está fazendo as escolhas erradas, e que ser Divergente não é viver assim como ela deseja.
 
A guerra que é travada no livro também é bem detalhada, conseguimos entender o que os Sem facção querem (mesmo antes de todo mundo do livro se mancar) e entendemos os Traidores da Audácia, os exilados da Erudição e os rebeldes da Abnegação e da Amizade.
Ficamos  ansiando desesperadamente descobrir qual é o segredo que eles querem tanto proteger, saber o que os pais da Tris morrerão protegendo, e o porque de terem matado os membros da Abnegação por causa dessa informação, e quando tudo vem a tona você fica Smiley surpreso 

Os outros personagens como Caleb, Christina, Peter, Marcus, entre outros são bem desenvolvidos,  são nos apresentados outros também (principalmente parentes daqueles que já conhecemos no primeiro livro), que nos mostram outro tipo de membros da facção, como a Cara que é da erudição mas é extremamente corajosa e se daria muito bem na Audácia, Johanna, que é da Amizade mas também é uma ótima lutadora. Vemos que nem todos que estão em tal facção são 100% fieis aos costumes delas, o que os tornam diferentes.

Bom, acho que já falei muito (e queria falar mais), mas no geral esse livro é 5 estrelas, foi um ótimo desenvolvimento e evolução, o amor do casal Tris e Quatro foi na medida certa, foi citado em momentos dispersos, e não como foco da série, que é a ‘’luta das facções’’.  Convergente já foi lançado (e já estou lendo e gostando), então logo trago a resenha dele também.

Um comentário:

  1. Olá. Quando eu li a trilogia amei o primeiro livro e parti logo pro segundo. O problema é que passei a gostar cada vez menos. =/ Nesse livro a Tris fica muito chata, enjoada, brigueinta, toma decisões precipitadas, como você disse, e só sabe brigar com o Quatro. Aff! Aquelas briguinhas de casal foram me cansando! Gostei de conhecer melhor as outras facções e do final desse livro que nos deixa muito curiosos pra ler o último. O resto é beeeem cansativo. =(
    Beijos
    relicariodepapel.wordpress.com

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